Neurologia e música: o mix que dá ritmo

Formado em Medicina pela UnB, Pedro Brandão é neurologista especializado em doença de Parkinson e transtornos do movimento. Dos 33 anos de vida, 20 foram dedicados ao seu maior hobby: tocar guitarra


Nascido e criado na capital do país, Pedro conta que grande parte de sua formação médica foi feita na cidade, a não ser pela Residência, que realizou na USP de Ribeirão Preto, no Hospital das Clínicas: “Depois, voltei à Brasília, me especializei e sigo minha trajetória por aqui, trabalhando nos hospitais e no serviço de atendimento ambulatorial”.


A música, por sua vez, entrou em sua vida muito antes da Medicina; seu pai sempre tocou piano, apesar de não ter a formação formal, e sua avó, reza a lenda, foi a primeira professora do instrumento na cidade.


“O piano dela foi um dos primeiros de Brasília, afinal ela chegou por aqui em 1956 e a cidade é de 1960. Inclusive, ela conta que o emprestava para as festas que o Juscelino Kubitschek dava no Catetinho. Passava um caminhão, buscava e levava o instrumento para a residência oficial do JK”, lembrou dr. Brandão.


Por volta dos 13 anos, no início da adolescência, Pedro começou a aprender violão. Porém, pouco tempo depois migrou para a guitarra e não a largou mais: “Fui muito sortudo com os professores que tive. Celso Salim, um renomado guitarrista de blues, foi um dos meus primeiros professores. Com ele, aprendi a gostar do estilo e do rock. Também tive aulas com o Kiko Peres, guitarrista do Natiruts, com quem evolui bastante minha técnica”.


Cursando, atualmente, o doutorado em Neurociência, Brandão conta que a maior dificuldade é conciliar as duas paixões em sua rotina. Apesar disso, o neurologista não abre mão das suas aulas de guitarra e de fazer um som com os amigos de tempos em tempos.


“A Medicina exige que estejamos disponíveis aos nossos pacientes durante muitas horas. Porém, tenho como prioridade manter um contato próximo com o instrumento e sempre dou um jeito de incluí-lo em minha vida. De vez em quando, a gente reúne um grupo, alguns, inclusive, são médicos, e tocamos juntos. Acho que é uma boa forma de desestressar e pensar para além da profissão”, finaliza Pedro.

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