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Neurologistas buscam conscientizar profissionais e população sobre hanseníase



A Hanseníase é uma doença antiga e cercada por preconceitos. Nesse contexto, a Academia Brasileira de Neurologia (ABN) promoveu a Reunião do Comitê Técnico Assessor de Hanseníase, visando discutir estratégias de combate à enfermidade. O encontro aconteceu em Brasília, capital do Distrito Federal, em 19 de junho.


Com a presença de seis centros de referência nacional em Hanseníase e representantes de outras sociedades médicas preocupadas com a causa, o evento foi marcado por apresentações, discussão de dados recentes e novos trabalhos científicos da área. Entre os temas abordados destacaram-se quimioprofilaxia, diagnóstico em crianças e adolescentes, além de perspectivas de padronização de testes sorológicos para uso no Sistema Único de Saúde (SUS).


O Brasil tem um alto número de doentes e persiste em ficar nos primeiros lugares no ranking de casos novos. Raquel Campos, neurologista e membro do Departamento Científico de Neuropatias Periféricas da ABN, enfatiza a responsabilidade das entidades médicas de priorizar o conhecimento das equipes de saúde e da própria população, proporcionando a redução do preconceito existente.


Segundo Raquel, debater sobre o tema é a melhor maneira de conseguir investimentos e estimular pesquisa médica com assistência adequada aos portadores “Falar de Hanseníase é decididamente mexer em uma ferida secular que não cicatriza”, completou.

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