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Neurovirores, qual a próxima?


Essa pergunta importante norteou a apresentação de Cristiane Nascimento Soares Pereira, mestre e doutora em Neurologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), além de coordenadora do DC de Neuroinfecção. Claro que em uma previsão de tal porte não dá para cravar com absoluta certeza resposta X ou Y. Mesmo assim, ela foi firme ao dar sua opinião:

“A princípio digo que não está descartada a hipótese de retorno de uma dessas epidemia que já estão aí: Chikungunya ou Zika, mas para uns três anos. Agora, há o risco de epidemia do vírus Oeste do Nilo, já presente nos Estados Unidos com grande incidência. No Brasil, houve casos isolados em animais e um em humanos. Mas está circulando”.

Sobre o quadro atual, ela conta que Zika se mantém estável em relação ao ano passado. Quando ao Chikungunya boa notícia: a diminuição em número de casos em doze meses foi de 106%. Por outro lado, a Dengue aumentou absurdamente no Brasil, no período, 300%, conforme o próprio Ministério da Saúde.

“Não chega a ser epidemia ainda, mas tem de ficar de olho”.


Aprendizado

Cristiane considera que o médico do País aprendeu bastante sobre os efeitos do Zika pós-epidemia. Aliás, ela frisa que o Zika é um flavivírus e, assim como os outros flavivírus, arbovírus e a dengue, pode gerar alteração tanto no sistema nervoso periférico como no central. No periférico causa o Guillain-Barré. Já no central a Encefalite.

“Apreendemos também que é necessário prestar muita atenção nas crianças, inclusive em relação ao período neonatal em virtude das más formações que podem provocar. Foi um ensinamento importante e devemos ter consciência de que as crianças podem ter comprometimento severo”.

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