Os neurologistas e a pandemia



Em meio a uma das mais avassaladoras pandemias da história, gestores e profissionais da saúde se veem na necessidade de recuar ou avançar de acordo com a ainda misteriosa e letal COVID-19. O que não dá para retroceder é no Juramento de Hipócrates. Nós, os médicos, devemos seguir focados cada vez mais no bem-estar dos pacientes.


Assim fazem nossos neurologistas, que se entregam ao compromisso da assistência, buscando salvaguardar a saúde da população. A atualização científica é indispensável neste momento, afinal estar a par de quaisquer novas possibilidades de combate ao

SARS-CoV-2 pode significar a salvação de vidas.


São imperiosas a renovação e ampliação dos conhecimentos e à consolidação de dados científicos. O papel do Registro Brasileira de Doenças Neurológicas é um bom exemplo. Com a união de diferentes profissionais de vários pontos do País, vamos aprofundando nossos estudos sobre a COVID-19 e outras doenças.


A pandemia ainda não dá sinais absolutamente concretos de estabilidade, de ter chegado ao chamado platô. Ao contrário, impacta fortemente a saúde dos brasileiros, inclusive em virtude da interrupção de tratamentos durante o isolamento social, por temor de eventual contágio pela COVID-19.


Como já dito, o estágio em que nos encontramos não traz convicções. Por isso, é preciso uma força-tarefa entre a comunidade médica para amenizar os efeitos atuais e subsequentes do SARS-CoV-2.

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