Os riscos do movimento antivacina



O movimento antivacina se popularizou ao redor do mundo, representando um enorme risco à população, sujeita a entrada de vírus e agentes infecciosos pelas fronteiras de seus países. O recente aumento no número de casos de sarampo, doença erradicada no Brasil, se deu nesse cenário de desinformação e contaminação.


O dr. Fernando Kok, membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) aponta a redução da cobertura vacinal no país e diz que, sem ela, criam-se condições para a reintrodução do sarampo. Para evitar que a doença atinja ainda mais vítimas, o papel do neurologista e dos médicos das demais especialidades é atender, suspeitar e diagnosticar os casos precocemente.

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