Resiliência e vulnerabilidade a Cefaleia



A escassez de estudos sobre o papel dos recursos de resiliência (RR) e risco de vulnerabilidade (VR) em crianças e adolescentes com cefaleia primária é desafio ao desenvolvimento de um modelo de resiliência ao risco para cefaleias pediátricas.


Um estudo transversal de base populacional em adolescentes se propões a examinar até que ponto a frequência e o diagnóstico da cefaleia estão associados a RR e RV e a explorar possíveis preditores de RRs baixos e RV altos em um.


Tendo como primeiro autor o professor Marco Antônio Arruda, do Departamento de Neurociências, Instituto Glia, Ribeirão Preto, São Paulo, foi realizado no pequeno município de Delfinópolis. Constatou risco de baixos RR e altos VR associado a uma maior frequência de cefaleia, mas não com o diagnóstico. Os achados podem contribuir para o desenvolvimento de um modelo de resiliência ao risco de dores de cabeça na população pediátrica e ajudar a identificar novos alvos e desenvolver recursos eficazes para intervenções bem-sucedidas.


Veja em https://headachejournal.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/head.14078


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