Volante e sono: combinação que pode ser fatal



A disciplina de pausar uns minutinhos em longas jornadas ao volante evita o cansaço excessivo e salva vidas.


Um estudo de 2019 feito pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (ABRAMET), Academia Brasileira de Neurologia (ABN) e Conselho Regional de Medicina (CRM) revelou que 42% dos acidentes de trânsito estão relacionados ao sono.

Segundo dados da pesquisa, embora causem vários sintomas como sonolência, fadiga e alterações do humor e da concentração, os distúrbios do sono ainda são subdiagnosticados.


Um dos transtornos mais frequentes, com prevalência de cerca de 33% em São Paulo, é a apneia obstrutiva do sono (AOS), condição em que a garganta relaxa durante o sono e interrompe a passagem de ar para os pulmões.


A CCR RodoAnel está fazendo uma campanha para alertar os caminhoneiros sobre os riscos de dirigir com sono e cansaço. A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) também já fez importante ação em todas as suas estradas, em parceria com a ABN.


Gilmar Prado, ex-presidente da Academia, informa que mesmo recorrendo a medidas paliativas como tomar café, o motorista está sujeito a pequenos sonos de quatro a cinco segundos.


“A 90km por hora, [ele] percorre 10 metros dormindo. Se estiver a 120km/h, é dificílimo parar o carro e, ao despertar, a chance de acidente é enorme. Em 10 metros, você já sai da estrada e cai em uma ribanceira ou pode atravessar a pista e bater de frente em um veículo que trafega em direção oposta nas inúmeras de nossas estradas que ainda não contam com divisórias, ou mesmo se chocar contra uma dessas barreiras”, explica.

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